Processos de aquecimento por infravermelho para materiais compósitos

Materiais compósitos são diferentes dependendo da sua finalidade: plásticos termofixos de fibra curta e reforçados para partes grandes de carros; plásticos termofixos de fibra longa e reforçados para componentes estruturais de alta resistência; malhas de fibra de vidro para usinas de energia ou bobinas de filamento para a fabricação de luvas e cilindros de pressão. Todos eles têm em comum o fato de terem que ser produzidos com o melhor custo-benefício. Na fabricação desses modernos componentes, a emissão de infravermelho é usada, por aquecer ou curar os materiais de forma homogênea e, assim, encurtar os tempos de processamento.

Processamento de compósitos com aquecimento por infravermelho

O aquecimento por infravermelho cura plásticos termofixos antes da soldagem, moldagem ou formação. A emissão de infravermelho pode ser ajustada, com precisão, ao produto e processo. Métodos numéricos avançados como o traçado de raios e a dinâmica de fluídos computacional, ajudam a tornar homogêneo o aquecimento de grandes superfícies.

Exemplos de aplicação:

  • Cura de plásticos termofixos
  • Aquecimento de termoplásticos
  • Junção de camadas de materiais compósitos
  • Compactação de camadas de materiais compósitos
  • Pré-aquecimento de materiais compósitos antes da moldagem
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